Câmara de Porto União realiza a 5ª Sessão Ordinária

A 5ª Sessão Ordinária da Câmara de Vereadores de Porto União foi realizada nesta segunda-feira, 09, sob a presidência de Sandro Calikoski (MDB).

Na pauta vários pareceres enviados pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação Final foram apreciados e votados. Projetos estes que deram entrada na Câmara na semana passada.

Todos os vereadores se pronunciaram fazendo alusão ao Dia da Mulher, comemorado no domingo, 08 de março. O vereador Luiz Alberto Pasqualin (PP) usou do pequeno expediente para discursar em homenagem as mulheres e ao lado do Presidente do Legislativo entregou um buque de rosas para a vereadora Salime Farah (PSDB).

Fizeram uso da palavra no pequeno expediente além de Pasqualin homenageando as mulheres, o vice-presidente Gildo Masselai (PSDB) que comentou também sobre o evento promovido no final de semana na localidade do Pintado pelo sindicato dos trabalhadores rurais e ainda criticou as melhorias e tapa buracos que estão sendo realizadas na rodovia SC 340 que liga Lança a Santa Cruz do Timbó e que estão arrebentando dias após serem realizados.

No grande expediente fizeram uso da palavra o vereador Christian Martins (MDB), o Presidente Calikoski e Elio Weber (MDB). Martins falou sobre as mudanças feitas na secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável e que já surtiu efeito com novas empresas procurando Porto União para se instalarem.

Weber destacou a reunião que teve com feirantes da Estação no sábado, 07, e o impacto do projeto Trem das Etnias para eles. Outros temas abordados pelo vereador foi o abandono de animais, o contrato com a Sanepar e o Estacionamento Rotativo no município.

O Presidente do Legislativo fez o uso da tribuna para comentar a burocracia para as questões ambientais e apoiou a municipalização dos licenciamentos ambientais para agilizar essas questões. “O empresário que tem a sua LAU (Licença Ambiental Única), quando vai vencer tem que pedir 4 meses antes, caso não faça isso, não será renovado, terá que fazer tudo desde o início. Quem paga o pato são os empresários que geram empregos e renda no município. Outro assunto que quero comentar é sobre a internet das nossas cidades, que funcionam muito precariamente. Quero enviar um ofício para a Copel para saber porque não podem instalar internet deles no resto da cidade. Só alguns pontos têm”, completou. Após os pronunciamentos foi dado sequência à sessão.

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